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NOS TEMPOS DO TRABUCO

São duas armas, uma é mortal; a outra vislumbra a imortalidade. A escolha se impõe. Vamos ao texto.
Cyro de Mattos é um dos muitos escritores baianos da região do cacau – e um dos poucos cujo trabalho constante e associado ao necessário talento, é capaz de assegurar-lhe um lugar de destaque no quadro da Literatura Brasileira.
Este livro eletrônico intitulado Nos tempos do trabuco, com seleção, organização e notas de Cid Seixas traz quatro narrativas do premiado escritor grapiúna. Duas delas são representativas da natureza da sua escrita marcada pela brabeza que caracterizou a região cacaueira da Bahia.
 
Coleção Teal, 5


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TRÊS HISTÓRIAS

O início da trajetória de Ricardo Cruz foi marcado pela sua condição de escritor do ciclo do cacau, embora ele tenha nascido na Cidade Salvador e aqui desenvolvido suas atividades de estudante de medicina e, posteriormente, de psiquiatra e psicanalista. Aqui também integrou a chamada Geração Revista da Bahia, juntamente a escritores como Marcos Santarrita, Ildásio Tavares, Maria da Conceição Paranhos, Cyro de Mattos, Sônia Coutinho e outros.
Este livro é uma mostra de três momentos ou três contos do respeitado escritor. Aqui o leitor terá oportunidade de apreciar a sua sensibilidade e o caráter denso dos seus personagens.

Coleção Teal, 5



AUTORES DO LIVRO
ORPHEU EM PESSOA

JERÓNIMO PIZARRO
ADRIANO AYSEN
MANUELA PEREIRA DA SILVA
SANDRO ORNELLAS
AUDEMARO TARANTO GOULART
ALANA AL FAHEL
LUIS ANTONIO VALVERDE
TÉRCIA COSTA VALVERDE
CID SEIXAS
LÉLIA PARREIRA DUARTE
Este e-book, organizado por Cid Seixas e Adriano Aysen, reune dez trabalhos de estudiosos brasileiros e estrangeiros apresentados ao Simpósio Internacional
100 Anos da Revista Orpheu: Fernando Pessoa e as Poéticas da Modernidade, realizado na Bahia pela Cátedra Fidelino de Figueiredo, com apoio do Instituto Camões.


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SINGULARIDADES DE UMA
RAPARIGA LOIRA

Publica-se em formato digital uma obra chave da Literatura Portuguesa, a narrativa intitulada “Singularidades de uma rapariga loira”, de Eça de Queirós, que entrou para a história como sendo o primeiro conto realista da língua portuguesa, publicado em 1873. Trata-se, inclusive, de uma dos mais instigantes narrativas, que põe em confronto o amor romântico exacerbado e o caráter doentio dos personagens. Este pequeno livro, de apenas 78 páginas, é apontado pelos leitores como uma oportunidade de prazer e útil conhecimento.
Organização, introdução e notas
de Cid Seixas.
Coleção Oficina do Livro, 8



O BOCADO NÃO É
PARA QUEM FAZ


Segundo volume da "Coleção Teal", este e-book apresenta uma das narrativas de Euclides Neto que constituem a novela Os genros, obra da maturidade do escritor, quando a sua escrita adquiriu as características mais atuais. Dizendo de modo discreto,o autor usa a ironia e a sugestão como instrumentos construtores do texto artístico de boa qualidade. A leitura atenta desta obra exemplar do autor recompensa planamente aqueles que exigem sempre o melhor que o artista pode produzir.
Coleção Teal, 2




FEIRA NÃO PERDOA

Este livro eletrônico inaugura a "Coleção Teal" com um estimulante diálogo entre Franklin Machado e Guido Guerra intitulado Feira não perdoa quem não aceita convenção. Rico em detalhes e revelações quer constituem um verdadeiro Raio X do cointexto social de uma época e um lugar, o texto reflete o panorama cultural e humano da Feira de Santana, no início da segunda metade do século 20, denunciando o rotundo conservadorismo de uma comunidade de base rural. Somente anos depois, com a atuação de intelectuais feirenses de expressão, o quadro se modificou para constituir a Feira de hoje.
Coleção Teal, 1
 

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IDERVAL MIRANDA,
PONTO

Iderval é um poeta conciso. Seus poemas são breves, muitas vezes esquivos, como ele próprio. Neste sentido, a biografia do autor contribui para a compreensão da obra (o que não se pode aplicar a qualquer obra e a qualquer autor de forma indiscriminada). E a esquiva a que nos referimos, no âmbito da obra e do cidadão Iderval, traduz-se ainda em certo pessimismo e desconfiança em relação aos seres humanos. Assim, pessimismo, desconfiança e concisão articulam-se de forma indissociável, como elementos constitutivos (mas não exaustivos) da obra de Iderval, no plano mesmo da concepção e da efetiva utilização da linguagem. Poucas palavras, nenhuma concessão ao leitor, passando-nos a impressão de que o poeta, em sua economia semelhante a uma economia de guerra, muitas vezes corta excessivamente na própria carne.
Coleção Oficina do Livro, 9



A POESIA DE ANTONIO: BRASILEIRO E A UNIDADE
DA LÍRICA
 

Este e-book de Roberval Pereyr, intitulado A Poesia de Antônio, constitui a parte aplicada do livro A Unidade Primordial da Lírica Moderna, publicado no ano 2000 pelo autor, através da Coleção Literatura e Diversidade Cultural, da UEFS. Doutor pela Unicamp e Professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana, Roberval Pereyr harmoniza a atividade docente com a Poesia. Foi esta condição exemplar de poeta que constituiu o método do professor. Método fundado na paixão medida – e, às vezes, desmedida – pelos inventos da inteligência e pelos desvãos da sensibilidade. 
Coleção Letras e Artes, 2



PIGUARA: ALENCAR
E A INVENÇÃO DO BRASIL

Elvya Ribeiro Pereira, empreende uma leitura diferenciada do pensamento e da obra literária de José de Alencar, deslocando-se de uma visão crítica sedimentada que circunscreve o escritor ao lugar ideológico dos valores positivos da colonização. Através de uma criteriosa pesquisa da obra de José de Alencar no contexto do século XIX, discute, entre outras coisas, a relação Natureza/Cultura na ficção indianistar, observando a transfiguração de elementos locais no processo de renomeação da nova Pátria, o que impõe inclusive uma abertura no código lingüístico advindo da Metrópole. A configuração de uma identidade nacional híbrida já apontaria para uma intervenção transformadora das representações locais frente ao processo colonizador.
Coleção Letras e Artes, 1


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FOLHETIM 1| A RETÓRICA
DA SEDUÇÃO:
GABRIEL SOARES
DE SOUSA  E O
 TRATADO DESCRITIVO DO BRASIL,

por Francisco Ferreira de Lima.
Empenhado em convencer o rei Felipe II a custear uma expedição à cabeceira do rio Paraguaçu, onde se supunha haver ouro em quantidade incontável, Gabriel Soares de Sousa usa de todos os trunfos ao seu alcance. Um deles é, a todos os títulos, a magistral descrição do Brasil, que, muito mais tarde viria a se chamar Tratado descritivo do Brasil. Para persuadir o rei, Soares de Sousa se utiliza de dois irrefutáveis dispositivos retóricos. De um lado, elenca minuciosamente o acervo de maravilhas da nova terra – nalguns casos beirando o fantástico; de outro, praticamente a cada página, faz ver ao rei o conjunto de ameaças externas prestes a tomar de Sua Majestade esse paraíso. O artigo dedica-se a mostrar os fundamentos dessa retórica da sedução.



FOLHETIM 2 |  A CIÊNCIA
DA LINGUAGEM E O ENSINO
DE LÍNGUA PORTUGUESA:
O CASO DO LIVRO
DE PORTUGUÊS DO MEC
,

por Dante Lucchesi.
A polêmica gerada pela notícia de que o MEC estava distribuindo um livro de português que “ensinava a falar errado”, veiculada na grande imprensa, reacendeu o debate sobre a língua vernácula e o seu ensino, em um tom há muito tempo inédito no Brasil. Nesse debate, aflorou a contradição entre os avanços alcançados nas políticas publicas de ensino de língua e o atraso que marca a visão hegemônica na sociedade.


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FOLHETIM 4 | EDIÇÃO
DOS POEMAS
DE ÁLVARO DE CAMPOS,
 


por Cleonice Berardinelli
.
Em 1987, convidada pelo Professor Ivo Castro, coordenador da Edição Crítica das Obras de Fernando Pessoa a ser editada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, pus-me a trabalhar na Biblioteca Nacional de Lisboa, buscando no Espólio III, lá existente, os textos poéticos de Álvaro de Campos, com atribuição de Fernando Pessoa, ou aqueles que, sem atribuição, me pareciam, por vários motivos, ser de sua “autoria”. Em 1990 vinha à luz o volume a que se chamou II, por ser de textos do heterônimo, mas que, na verdade, era o primeiro da coleção.


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O REAL E O AVESSO: O MAR
EM CAMÕES E PESSOA
Vol. I

O real e o avesso: o mar em Camões e Pessoa & outros temas. Volume I. Publicados em revistas acadêmicas, algumas delas hoje de difícil localização, os textos a seguir traçam um panorama de parte da pesquisa desenvolvida pelo autor, ao longo da sua atividade de acadêmica. Embora aparentemente dispersos no conjunto — uns mais antigos, outros mais recentes —, todos guardam um princípio básico de militância crítica: o de que tratar de literatura, por mais vã que essa luta pareça, é ter sempre o texto (e o contexto) como ponto de partida e de chegada e nunca como um pretexto para justificar o que quer que seja.
Coleção Oficina do Livro, 9




O REAL E O AVESSO: O MAR
EM CAMÕES E PESSOA
Vol. II

O real e o avesso: o mar em Camões e Pessoa & outros temas. Volume II. Publicados em revistas acadêmicas, algumas delas hoje de difícil localização, os textos a seguir traçam um panorama de parte da pesquisa desenvolvida pelo autor, ao longo da sua atividade de acadêmica. Embora aparentemente dispersos no conjunto — uns mais antigos, outros mais recentes —, todos guardam um princípio básico de militância crítica: o de que tratar de literatura, por mais vã que essa luta pareça, é ter sempre o texto (e o contexto) como ponto de partida e de chegada e nunca como um pretexto para justificar o que quer que seja.
Coleção Oficina do Livro, 10


 

AUTORES DO LIVRO
ORPHEU EM PESSOA

JERÓNIMO PIZARRO
ADRIANO AYSEN
MANUELA PEREIRA DA SILVA
SANDRO ORNELLAS
AUDEMARO TARANTO GOULART
ALANA AL FAHEL
LUIS ANTONIO VALVERDE
TÉRCIA COSTA VALVERDE
CID SEIXAS
LÉLIA PARREIRA DUARTE
Este e-book, organizado por Cid Seixas e Adriano Aysen, reune dez trabalhos de estudiosos brasileiros e estrangeiros apresentados ao Simpósio Internacional
100 Anos da Revista Orpheu: Fernando Pessoa e as Poéticas da Modernidade, realizado na Bahia pela Cátedra Fidelino de Figueiredo, com apoio do Instituto Camões.



 
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A ÚLTIMA CAÇADA
Por Euclides Neto

A Coleção Euclides Neto foi criada pela E-Book.Br, Editora Universitária do Livro Digital, com o fim de disponibilizar na internet textos deste admirável ficcionista baiano. Embora a sua obra completa tenha sido publicada no ano de 2013 pela Edufba, a distribuição por uma editora de pequena circulação impede que o leitor brasileiro tenha acesso a esse pouco difundido patrimônio da moderna literatura brasileira. Neste volume são reunidos sete contos do escritor grapiúna.
Acervo Euclides Neto, 1




O ADVOGADO E O BURRO LADRÃO
Por Euclides Neto

Este pequeno volume traz para o leitor o conto de maior número de páginas do autor, onde ironia e bom humor retratam a tensão reinante nas paragens rurais do Brasil. Romanticamente, a conhecida figura do doutor Zequinha é retratada com resíduos do idealismo e da personalidade do próprio autor, que vez por outra transborda na sua escrita ficcional. Assim, este e-poket pode ser lido também em celulares, graças ao seu formato reduzido, tornando-o cômodo para manuseio. Quer seja através da plataforma ISSUU.COM ou no formato PDF o livrinho certamente proporcionará o encantamento do leitor.
Acervo Euclides Neto, 2



CINCO HISTÓRIAS DA ROÇA
Por Euclides Neto

Este terceiro volume do Acervo Euclides Neto reúne mais cinco contos do autor, todos com temáticas rurais, permitindo a cada um de nós um passeio pelo mundo cheio de encantos e vivências das vilas e roças do interior. A experiência feita com o e-book O advogado e o burro ladrão obteve uma boa acolhida por parte dos leitores, interessados em um livro digital especialmente concebido para ser lido em smartphones e outros aparelhos portáteis, sem prejuízo da leitura em computadores de mesa. Assim, o trabalho de amplia.
Acervo Euclides Neto, 3



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O BOCADO NÃO É
PARA QUEM FAZ


Segundo volume da "Coleção Teal", este e-book apresenta uma das narrativas de Euclides Neto que constituem a novela Os genros, obra da maturidade do escritor, quando a sua escrita adquiriu as características mais atuais. Dizendo coisas profundamente triviais e trivialmente profundas, de modo discreto, o autor usa a ironia e a sugestão como instrumentos construtores do texto artístico da melhor qualidade. A leitura atenta desta obra exemplar do autor recompensa planamente aqueles que exigem sempre o melhor que o artista pode produzir.
Acervo Euclides Neto, 4
Coleção Teal, 2




HISTÓRIA DE CAÇADOR

A Coleção "Pequenas Obras Primas", destinada a ser lida em smartphones e outros aparelhos de tela pequena, também pode ser lida em computadores maiores. A característica destes pequenos livros é o número reduzido de páginas. Neste volume inaugural da série temos apenas uma breve narrativa de Euclides Neto, com dez páginas. Desse modo, em poucos minutos, o leitor sai de suas páginas com a certeza de ter tido contato com uma verdadeira obra prima da literatura. O objetivo visado é incentivar o conhecimento de pequenas grandes obras, em um momento em que muitos perderam o hábito de ler.
Acervo Euclides Neto, 5
Coleção Pequenas Obras Primas, 1




RETRATO DE GENERAL
Por Euclides Neto

O terceiro volume da Coleção "Pequenas Obras Primas" traz mais uma narrativa do escritor grapiúna Euclides Neto. Desta feita, temos oportunidade de apresentar o conto Retrato de General. Trata-se de uma nartrativa capaz de despertar a atenção dos leitores de gosto mais diversificado. Desde aqueles que querem encontar um texto divertido e de fácil compreensão até o leitor exigente, em busca de uma obra que possibilite ler as diversas camadas de sentido e, ao mesmo tempo, entrever a marca de uma escrita inventiva e plena de domínio do mais requintado ofício intelectual.
Acervo Euclides Neto, 6
Coleção Pequenas Obras Primas, 3 
 

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SINGULARIDADES DE UMA
RAPARIGA LOIRA

Publica-se em formato digital uma obra chave da Literatura Portuguesa, a narrativa intitulada “Singularidades de uma rapariga loira”, de Eça de Queirós, que entrou para a história como sendo o primeiro conto realista da língua portuguesa, publicado em 1873. Trata-se, inclusive, de uma dos mais instigantes narrativas, que põe em confronto o amor romântico exacerbado e o caráter doentio dos personagens. Este pequeno livro, de apenas 78 páginas, é apontado pelos leitores como uma oportunidade de prazer e útil conhecimento.
Organização, introdução e notas
de Cid Seixas.
Coleção Oficina do Livro, 8



O SUAVE MILAGRE 

Os fatos se passam na Palestina ou na Judeia, há mais de dois mil anos, tempos em que Jesus de Nazaré andava pelos caminhos conquistados pelos soldados romanos. O testemunho de um grande número de leitores de convicções cristãs dá conta de que esta história, eivada de maravilhas, não raro nos leva às lágrimas mais doces e suaves já experimentadas. Este conto, publicado na Revista Moderna de Paris, em 1898, dois anos, portanto, antes da morte do autor, teve duas versões mais curtas, até que Eça de Queiroz chegou à forma bem trabalhada tal como hoje o conhecemos. Org., introdução e notas de Cid Seixas.
Coleção Pequenas Obras Primas, 2




FEIRA NÃO PERDOA

Este livro eletrônico inaugura a "Coleção Teal" com um estimulante diálogo entre Franklin Machado e Guido Guerra intitulado Feira não perdoa quem não aceita convenção. Rico em detalhes e revelações quer constituem um verdadeiro Raio X do cointexto social de uma época e um lugar, o texto reflete o panorama cultural e humano da Feira de Santana, no início da segunda metade do século 20, denunciando o rotundo conservadorismo de uma comunidade de base rural. Somente anos depois, com a atuação de intelectuais feirenses de expressão, o quadro se modificou para constituir a Feira de hoje.
Coleção Teal, 1
 

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