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Velhos bondes da Vitória                                     Bahia antiga: o Elevador Lacerda                       E os bondes já passavam lotados

 


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NOVENTA ANOS DO MODERNISMO
NA FEIRA DE SANTANA
DE GODOFREDO FILHO

 
“Godofredo Filho é o legítimo precursor do modernismo na Bahia e um dos melhores poetas brasileiros de sua geração. A rigor, não pertenceu ao grupo de Chiacchio; tinha-se antecipado, alguns anos, em escandalizar as tranquilas consciências literárias de nossa terra, com experiências surrealistas que, se fizeram rir a muitos, deixaram outros apreensivos, pois, também havia certa ordem nessa loucura.” É o depoimento do crítico Eugênio Gomes.
Coleção E-Poket, 2






CASTRO ALVES E O REINO DE EROS

A moral sexual da cultura romântica, rasgada por contradições e conflitos, é marcada pela tensão entre o delírio fantasioso do desejo e a expiação obsessiva de culpas imaginárias. O homem, incendiado pela ânsia de vida e de amor, se proíbe a plenitude dessa experiência, recusando à mulher a condição de parceira na procura lúdica. Só é considerada merecedora do amor romântico a virgem de pureza passiva, enquanto a mulher que não se deixa vencer pelo bloqueio da libido poderá ser, apenas, objeto de desejo, saciado no fogo infernal do desprezo e da condenação moral romântica. Diante desse quadro, a obra de Castro Alves surge como uma ilha isolada e plena de desejos, contrastando com os costumes da época.
Coleção E-Poket, 6





TRADIÇÃO E MODERNIDADE
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 1

Com o subtítulo Impasses e confrontos de uma vertente regional, esta coleção planejada pelo autor pretende reunir diversos textos escritos sobre o tema, ao longo das suas atividades jornalísticas e acadêmicas. Inicialmente, o plano compreende as primeiras manifestações do modernismo na Bahia e seu desdobramento imediato propiciado pelos acontecimentos dos anos trinta do século passado. Constituem este primeiro volume os artigos “GodofredoFilho, pioneiro do modernismo na Bahia”, “Modernismo e tradicionismo na Bahia”, “Quando a poesia era uma festa”e “A poesia do Decano”. Aqui são vistos os embates entre grupos divergentes na sua compreensão do modernismo.
Coleção Literatura na Bahia, 1

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1928: MODERNISMO E MATURIDADE
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 2

Neste volume são incluídos cinco textos cujo enfoque contempla o amadurecimento das propostas de 22 trazidas pelos acontecimentos pós 1928. São eles: “Do modernismo paulista ao regionalismo do Nordeste”, “Uma gesta cabocla do modernismo brasileiro”, “O sumiço da santa: síntese do romance urbano de Jorge Amado”, “O romancinho dos turcos” e “Edsos Carneiro, o etnólogo e o poeta desconhecido”. A série de e-books A Literatura na Bahia, com o subtítulo Impasses e confrontos de uma vertente regional, leva gratuitamente ao público da rede mundial de computadores importantes informações sobre a vida cultural baiana.
Coleção Literatura na Bahia, 2
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TRÊS TEMAS DOS ANOS TRINTA
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 3

O autor discute como os Anos 30 foram emblemáticos para a Literatura Brasileira e, especialmente, para a velha capital da Bahia. Apenas, a partir de 1928 a modernidade artística ganhou relevo na Cidade do Salvador que, já nos primeiros séculos de presença européia, perdeu a condição de metrópole colonial. O padre Antonio Vieira, com sua formação barroca inteiramente constituída na Bahia, foi o escritor de maior expressão da nossa língua. Nenhum outro, formado no Reino representou tão bem o espírito barroco que, assim, pode ser considerado mais uma construção da colônia do que da metrópole. Gregório de Matos, formado em Coimbra, inaugurou a poesia do novo país e, embora pioneiro, não teve a força do prosador educado na província selvagem, cortada pelos reflexos da civilização hispânica. Depois da representatividade literária dos primeiros tempos, somente em raros momentos, como nos anos 30, a Bahia foi protagonista da cena nacional.
Coleção Literatura na Bahia, 3




FINAL DO SÉCULO XX
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 4

Este livro é formado por quinze artigos em torno de obras e autores baianos com destacada atuação no período. Os textos foram retirados do acervo da coluna “Leitura Crítica”, assinada por Cid Seixas de 1994 a 1998, no jornal A Tarde, de Salvador. Aleilton Fonseca, Antonio Torres, Aramis Ribeiro Costa, Bráulio de Abreu, Cyro de Mattos, David Salles, Elieser Cesar, Euclides Neto, Gláucia Lemos, Guido Guerra, João Carlos Teixeira Gomes, Ruy Espinheira Filho e outros figuram no livro, sem refletir preferência ou hierarquia. A inclusão deve-se ao fato de suas obras terem sido abordadas nos últimos anos da coluna, dedicada a livros e autores brasileiros e estrangeiros. Novos volumes sobre autores baianos estão em preparo para integrar esta mesma coleção. Literatura na Bahia pretende traçãr um breve painel da produção literária do nosso estado.
Coleção Literatura na Bahia, 4

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PEJI DE INVENTOS
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 5

Este quinto volume da série Literatura na Bahia reúne dez textos escritos em momentos e circunstâncias diversos, tendo como ponto de identidade o fato de tratar de autores e obras que resultam da condição de ser ou estar baiano. Entende-se a segunda como um modo de caracterizar pessoas que tendo nascido fora, passaram a morar na Bahia e incorporaram traços do viver local. O título do volume resulta da minha própria vivência de baiano de uma cidade negro-mestiça do recôncavo. Em Maragogipe, terra habitada por caboclos, caiçaras, curibocas, negros e alguns brancos, era mais ou menos comum, em meados do século passado, utilizar o termo “peji”, pronunciado baianamente como “piji”, não apenas para designar os espaços sagrados da Umbanda e do Candomblé, mas para caracterizar um lugar onde se vai amontoando um mundo de coisas.
Coleção Literatura na Bahia, 5




jorge amado:
Da guerra dos santos
à demolição do eurocentrisMO
 
Assim como os poetas épicos e dramáticos da antiguidade clássica estabelecem um discurso recorrente aos mitos e à tradição da sua cultura, o texto amadiano se instaura como diálogo intertextual com o viver da Bahia, os mitos e tradições dos descendentes de súditos e príncipes africanos trazidos como escravos. Seguindo esta perspectiva crítica, Jorge Amado deve ser visto como um clássico da cultura do seu povo e do seu tempo, cujos temas constroem o perfil do herói coletivo: o homem comum, mestiço e místico.
Coleção Teal, 3




OS RISCOS DA CABRA-CEGA: RECORTES DE CRÍTICA LIGEIRA
Rubens Alves Pereira
e Élvya Ribeiro Pereira (Organização)

Reúne parte da crítica de “rodapé” produzida pelo professor, poeta e crítico literário Cid Seixas, de 19 de setembro de 1994 a 9 de novembro de 1998, período em que manteve uma coluna semanal no jornal A Tarde, de Salvador, Bahia, totalizando 191 artigos. No irreverente título, o autor cifra um conjunto de referências que diz muito do conteúdo que iremos encontrar no interior do livro, a exemplo do tom irônico e provocativo que ele assume em relação ao exercício da crítica literária, a sua e a de outros tantos; a valorização do jogo lúdico que predomina no texto literário.
Sem Coleção: trata-se do livro impresso e publicado pela UEFS.

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Auto retrato em xilogravura.
Foto da matriz entalhada em cedro.


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Literatura Baiana

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