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Aqui o leitor encontra nossos livros eletrônicos
que tratam de questões linguísticas, semióticas ou de filosofia da linguagem.



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A NATUREZA IDEOLÓGICA
DA LINGUAGEM

LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA |
Livro I

A pesquisa sobre a linguagem, empreendida pelo professor Cid Seixas no final dos anos 70, está centrada numa perspectiva da cultura e da ideologia que ultrapassando os estudos imanentes do estruturalismo então em voga absoluta, antecipando importantes questões hoje em debate. É o que testemunha esta série de cinco volumes sobre o tema. A publicação do livro dedicado a este tema, com o sugestivo título O Espelho de Narciso, em 1980, incluindo um texto de apresentação de Antonio Houaiss, mereceu destaque da crítica brasileira do final do século passado.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 1



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A LINGUAGEM, ORIGEM
DO CONHECIMENTO
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA | Livro II


Além de tratar de questões da ideologia, este estudo enfatiza a importância da língua, entendida como concepção e comunicação das idéias, pois é através da linguagem verbal que o conhecimento humano tem existência prática. Se a filosofia da práxis recusa construir suas bases sobre objetos ideais, erigindo o edifício sobre o real apreendido na sua forma de existir, é a linguagem que vai oferecer o ponto de partida. O materialismo dialético se interessa pela língua enquanto prática porque é através da atividade linguística que a consciência se revela e existe para o homem.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 2




SOB O SIGNO
DO ESTRUTURALISMO
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA | Livro III


A perspectiva de Saussure, ao reconhecer apenas a imanência daforma, contraria a crença de autores que opõem o conceito deestrutura ao de forma. Para Lévi-Strauss, enquanto a última se refere apenas a uma face do objeto, a estrutura abrange o objetocomo um todo em que as partes se articulam. Nesta visão estaria a chave para compreender a influência do estruturalismo nas ciências da cultura.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 3

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O CONTRATO SOCIAL
DA LINGUAGEM
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA |
Livro IV

Se a língua é um repositório cultural, onde se guardam as conquistas do homem, nos planos objetivo e subjetivo, ela, ao desempenhar o papel de instrumento de comunicação, influencia o ouvinte e participa ativamente da constituição das novas formas da cultura, que são a materialização da sua memória simbólica.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 4




A LINGUAGEM:
DO IDEALISMO AO MARXISMO
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA |
Livro V

Do mesmo modo que é difícil para o estudioso de hoje conceber a realidade como simples resultado de formas apriorísticas da subjetividade – ponto de onde parte a tese idealista –, é igualmente inaceitável a hipótese materialista que pretende desconhecer o papel do indivíduo cognoscente, reduzindo a realidade aos fatos objetivos. O materialismo dialético de Marx e Engels propôs um equilíbio sem a parcialidade das duas correntes anteriores.
A propósito, já na maturidade, Engels fez uma colocação que convém não ser esquecida: "O que falta aos nossos novos marxistas é a dialética."

Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 5




STRAVINSKY:
UMA POÉTICA DOS SENTIDOS
OU A MÚSICA COMO LINGUAGEM DAS EMOÇÕES

ponto de partida da discussão presente neste livro está centrado na obra de Igor Stravinsky Poética Musical, resultado de uma série de seis conferências proferidas, em 1939, na Universidade de Havard, quando o compositor ocupou a Cátedra de Poética Charles Elliot Norton. O fato de um músico ocupar uma cadeira de poética foi recebido com estranheza por algumas pessoas, mas a leitura das partes, ou conferências, que compõem o texto de Stravinsky não deixa margem para qualquer dúvida a respeito da natureza da referida cátedra e da propriedade do tema abordado pelo maestro russo. Lembre-se que durante o século XX grandes escritores e teóricos, como Ítalo Calvino, Umberto Eco e outros proferiram suas seis lições ou propostas para o próximo milênio.
Coleção E-Poket, 5

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ESPAÇO DE TRANSGRESSÃO
E ESPAÇO DE CONVENÇÃO


A série intitulada “Conhecer Pessoa” trata de questões da teoria do conhecimento e da arte, a partir das ideias estéticas e da criação poética de Fernando Pessoa. Aqui estão, divididos em nove pequenos livros, os textos escritos a partir de uma pesquisa sobre a obra desse importante poeta da nossa língua e das suas diversas incursões pela filosofia e pelas ciências da cultura. Ao viver com outros indivíduos, o ser humano aceita um conjunto de normas e crenças socialmente compartilhadas, tomando os mitos forjados pelo grupo como representação da verdade.
Série Conhecer Pessoa, 1



A CONSTRUÇÃO DO REAL
COMO PAPEL DA CULTURA


Enquanto os animais convivem diretamente com os outros e com a natureza,
o homem interpõe os processos simbólicos, ou os signos, como forma de conhecimento e de representação de todas as coisas presentes e ausentes. Desse modo, pode trazer para diante de si objetos distantes, ou até mesmo inexistentes, configurados no universo da linguagem.
Série Conhecer Pessoa, 2



A POESIA COMO METÁFORA
DO CONHECIMENTO


Em Fernando Pessoa vamos buscar material para afirmar que a transgressão operada pela arte se distingue da transgressão pela neurose, por se converter em força produtiva. A arte não propõe uma acomodação, a partir dos mecanismos interiores, mas uma tradução destas motivações para uma linguagem socialmente compartilhável, como forma de atuação sobre as relações estabelecidas.
Série Conhecer Pessoa, 3

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O SIGNO POÉTICO,
FICÇÃO E REALIDADE


Postos diante da obra de Fernando Pessoa temos que rever a teoria estabelecida, do mesmo modo que Jakobson reconhece que, “de acordo com a arte de Pessoa”, a identidade de som e sentido entre os elementos lexicais revela-se equívoca. Se a poesia dos grandes poetas da modernidade, obrigou o Século XX a repensar a teoria da literatura, ela igualmente nos obriga a rever a teoria da linguagem. É preciso admitir a equivocidade do mito estrutural que aponta como traço fundamental da arte a subversão dos modos de formar, apenas, a expressão.
Série Conhecer Pessoa, 4
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DO SENTIDO LINEAR
À CONSTELAÇÃO DE SENTIDOS

Enquanto se pensa, construir o material do pensamento durante o processo de pensar, seria antieconômico e atrofiaria o próprio processo. A construção do material durante o pensar conduziria a um devaneio da razão.
Sabemos que o pensamento consciente é marcado por uma certa precisão ou objetividade, imposta pelos limitados e úteis contornos das significações linguísticas. Eles servem de marcos iniciais para a viagem do sujeito, rumo ao desconhecido e aos buracos negros do inconsciente que nos fala e governa. Sãotais questões da teoria do conhecimento que constituem o quinto livro de Cid Seixas sobre o tema, no contexto da obra de Fernando Pessoa..
Série Conhecer Pessoa, 5




O ECO DA INTERDIÇÃO
OU O SIGNO ARISCO

Formando uma constelação difusa de sentidos, o discurso da arte se inscreve no universo simbólico com uma dupla identidade. Através de uma delas, compartilha o conhecimento impreciso dos objetos com uma hipotética linguagem primitiva, descrita por Vico e Rousseau. Através da outra, transpõe os limites cognitivos da língua, plena de sentidos, para captar e enformar as dimensões do real que constituem o reino flutuante de uma outra lógica: o espaço de transgressão. Ou a terceira margem do sentido.
Série Conhecer Pessoa, 6

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DO INCONSCIENTE À LINGUAGEM. 
UMA TEORIA DA LINGUAGEM
NA DESCOBERTA DE FREUD


Paralela e independentemente dos postulados de Saussure, Freud esboçou uma teoria neurológica da linguagem que ultrapassa os limites da ciência situada no limiar dos séculos XIX e XX para se inscrever entre as formulação de uma nova e avançada filosofia da cultura. Desde os escritos iniciais, passando pelo Projeto de 1895, até os últimos textos que nos legou, Freud vincula a linguagem verbal aos elementos das suas tópicas. A bibliografia  constante deste trabalho coincide com os momentos em que  a palavra fulgura como condição da consciência e estrutura concreta do inconsciente.
Coleção Oficina do Livro, 8




DA INVENÇÃO À LITERATURA:
TEXTOS DE FILOSOFIA
DA LINGUAGEM


Reúne artigos sobre o fazer literário em linguagem simples e criativa, destinada ao prazer da leitura. Sobre esta tarefa é o autor quem diz: “Quando meninos, brincávamos de cabra-cega, um jogo no qual, de olhos vendados, procurávamos o que não víamos. Em adultos, encontramos na tela de Goya La gallina ciega uma imagem irônica, mas de construtivo apelo, da tarefa crítica. Sabendo-se de olhos vendados para o que pretende alcançar, a crítica saberá voltar atrás, tentar de novo, procurar do outro lado, e – quem sabe? – até mesmo acertar.”
Coleção Oficina do Livro, 4




LITERATURA
E INTERTEXTUALIDADE


Trata-se de um estudo sobre a ressonância de vozes no texto literário, que demonstra o permanente diálogo mantido pelas obras entre si, ou pelas diversas manifestações artísticas, onde um texto remete ao universo de outro texto; e onde uma composição musical evoca outra composição. Pintura, arquitetura, cinema, teatro, música e literatura são exemplos de expressões artísticas que não ficaram imunes ao diálogo das obras entre si, numa cumplicidade aliciante para com o público. A troca de experiências é uma atitude essencial do homem, também assumida por uma das manifestações mais complexas do seu espírito: a arte.
Coleção Oficina do Livro, 2

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1975: Foto do arquivo pessoal.


Auto retrato em xilogravura.
Foto da matriz entalhada em cedro.



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Literatura Baiana

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       Conhecer Pessoa


 

 
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