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Detalhe de obra de Juraci Dórea




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LITERATURA
E INTERTEXTUALIDADE


Trata-se de um estudo sobre a ressonância de vozes no texto literário, que demonstra o permanente diálogo mantido pelas obras entre si, ou pelas diversas manifestações artísticas, onde um texto remete ao universo de outro texto; e onde uma composição musical evoca outra composição. Pintura, arquitetura, cinema, teatro, música e literatura são exemplos de expressões artísticas que não ficaram imunes ao diálogo das obras entre si, numa cumplicidade aliciante para com o público. A troca de experiências é uma atitude essencial do homem, também assumida por uma das manifestações mais complexas do seu espírito: a arte.
Coleção Oficina do Livro, 2




DA INVENÇÃO À LITERATURA:
TEXTOS DE FILOSOFIA
DA LINGUAGEM


Reúne artigos sobre o fazer literário em linguagem simples e criativa, destinada ao prazer da leitura. Sobre esta tarefa é o autor quem diz: “Quando meninos, brincávamos de cabra-cega, um jogo no qual, de olhos vendados, procurávamos o que não víamos. Em adultos, encontramos na tela de Goya La gallina ciega uma imagem irônica, mas de construtivo apelo, da tarefa crítica. Sabendo-se de olhos vendados para o que pretende alcançar, a crítica saberá voltar atrás, tentar de novo, procurar do outro lado, e – quem sabe? – até mesmo acertar.”
Coleção Oficina do Livro, 4
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ORPHEU EM PESSOA

O centenário da revista Orpheu permitiu-nos revisitar, neste ano de 2015, a história de uma publicação de apenas dois números, formada por jovens rapazes.  Não obstante a sua brevidade, Orpheu, fez com que a literatura escrita em português, e nomeadamente a poesia portuguesa, não mais voltasse a ser a mesma. Essa e outras questões, sobre uma geração que teve como centro constelar o poeta Fernando Pessoa, são tratadas neste livro que é uma reunião de alguns trabalhos apresentados ao Simpósio Internacional 100 anos da revista Orpheu: Fernando Pessoa e as Poéticas da Modernidade. São ao todo dez autores que apresentam diferentes enfoques dos temas abordados.
Coleção Oficina do Livro, 6

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A NATUREZA IDEOLÓGICA
DA LINGUAGEM
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA |
Livro I

A pesquisa sobre a linguagem, empreendida pelo professor Cid Seixas no final dos anos 70, está centrada numa perspectiva da cultura e da ideologia que ultrapassando os estudos imanentes do estruturalismo então em voga absoluta, antecipando importantes questões hoje em debate. É o que testemunha esta série de cinco volumes sobre o tema. A publicação do livro dedicado a este tema, com o sugestivo título O Espelho de Narciso, em 1980, incluindo um texto de apresentação de Antonio Houaiss, mereceu destaque da crítica brasileira do final do século passado.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 1
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A LINGUAGEM, ORIGEM
DO CONHECIMENTO
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA | Livro II


Além de tratar de questões da ideologia, este estudo enfatiza a importância da língua, entendida como concepção e comunicação das idéias, pois é através da linguagem verbal que o conhecimento humano tem existência prática. Se a filosofia da práxis recusa construir suas bases sobre objetos ideais, erigindo o edifício sobre o real apreendido na sua forma de existir, é a linguagem que vai oferecer o ponto de partida. O materialismo dialético se interessa pela língua enquanto prática porque é através da atividade linguística que a consciência se revela e existe para o homem.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 2




SOB O SIGNO
DO ESTRUTURALISMO
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA | Livro III


A perspectiva de Saussure, ao reconhecer apenas a imanência daforma, contraria a crença de autores que opõem o conceito deestrutura ao de forma. Para Lévi-Strauss, enquanto a última se refere apenas a uma face do objeto, a estrutura abrange o objetocomo um todo em que as partes se articulam. Nesta visão estaria a chave para compreender a influência do estruturalismo nas ciências da cultura.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 3

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O CONTRATO SOCIAL
DA LINGUAGEM
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA |
Livro IV

Se a língua é um repositório cultural, onde se guardam as conquistas do homem, nos planos objetivo e subjetivo, ela, ao desempenhar o papel de instrumento de comunicação, influencia o ouvinte e participa ativamente da constituição das novas formas da cultura, que são a materialização da sua memória simbólica.
Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 4




-A LINGUAGEM:
DO IDEALISMO AO MARXISMO
LINGUAGEM, CULTURA
E IDEOLOGIA |
Livro V

Do mesmo modo que é difícil para o estudioso de hoje conceber a realidade como simples resultado de formas apriorísticas da subjetividade – ponto de onde parte a tese idealista –, é igualmente inaceitável a hipótese materialista que pretende desconhecer o papel do indivíduo cognoscente, reduzindo a realidade aos fatos objetivos. O materialismo dialético de Marx e Engels propôs um equilíbio sem a parcialidade das duas correntes anteriores.
A propósito, já na maturidade, Engels fez uma colocação que convém não ser esquecida: "O que falta aos nossos novos marxistas é a dialética."

Coleção Linguagem, Cultura e Ideologia, 5




STRAVINSKY:
UMA POÉTICA DOS SENTIDOS
OU A MÚSICA COMO LINGUAGEM DAS EMOÇÕES

O ponto de partida da discussão presente neste livro está centrado na obra de Igor Stravinsky Poética Musical, resultado de uma série de seis conferências proferidas, em 1939, na Universidade de Havard, quando o compositor ocupou a Cátedra de Poética Charles Elliot Norton. O fato de um músico ocupar uma cadeira de poética foi recebido com estranheza por algumas pessoas, mas a leitura das partes, ou conferências, que compõem o texto de Stravinsky não deixa margem para qualquer dúvida a respeito da natureza da referida cátedra e da propriedade do tema abordado pelo maestro russo. Lembre-se que durante o século XX grandes escritores e teóricos, como Ítalo Calvino, Umberto Eco e outros proferiram suas seis lições ou propostas para o próximo milênio.
Coleção E-Poket, 5

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CASTRO ALVES E O REINO DE EROS

A moral sexual da cultura romântica, rasgada por contradições e conflitos, é marcada pela tensão entre o delírio fantasioso do desejo e a expiação obsessiva de culpas imaginárias. O homem, incendiado pela ânsia de vida e de amor, se proíbe a plenitude dessa experiência, recusando à mulher a condição de parceira na procura lúdica. Só é considerada merecedora do amor romântico a virgem de pureza passiva, enquanto a mulher que não se deixa vencer pelo bloqueio da libido poderá ser, apenas, objeto de desejo, saciado no fogo infernal do desprezo e da condenação moral romântica. Diante desse quadro, a obra de Castro Alves surge como uma ilha isolada e plena de desejos, contrastando com os costumes da época.
Coleção E-Poket, 6
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ESPAÇO DE TRANSGRESSÃO
E ESPAÇO DE CONVENÇÃO


A série intitulada “Conhecer Pessoa” trata de questões da teoria do conhecimento e da arte, a partir das ideias estéticas e da criação poética de Fernando Pessoa. Aqui estão, divididos em nove pequenos livros, os textos escritos a partir de uma pesquisa sobre a obra desse importante poeta da nossa língua e das suas diversas incursões pela filosofia e pelas ciências da cultura. Ao viver com outros indivíduos, o ser humano aceita um conjunto de normas e crenças socialmente compartilhadas, tomando os mitos forjados pelo grupo como representação da verdade.
Série Conhecer Pessoa, 1




A CONSTRUÇÃO DO REAL
COMO PAPEL DA CULTURA


Enquanto os animais convivem diretamente com os outros e com a natureza,
o homem interpõe os processos simbólicos, ou os signos, como forma de conhecimento e de representação de todas as coisas presentes e ausentes. Desse modo, pode trazer para diante de si objetos distantes, ou até mesmo inexistentes, configurados no universo da linguagem.
Série Conhecer Pessoa, 2

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A POESIA COMO METÁFORA
DO CONHECIMENTO


Em Fernando Pessoa vamos buscar material para afirmar que a transgressão operada pela arte se distingue da transgressão pela neurose, por se converter em força produtiva. A arte não propõe uma acomodação, a partir dos mecanismos interiores, mas uma tradução destas motivações para uma linguagem socialmente compartilhável, como forma de atuação sobre as relações estabelecidas.
Série Conhecer Pessoa, 3




O SIGNO POÉTICO,
FICÇÃO E REALIDADE


Postos diante da obra de Fernando Pessoa temos que rever a teoria estabelecida, do mesmo modo que Jakobson reconhece que, “de acordo com a arte de Pessoa”, a identidade de som e sentido entre os elementos lexicais revela-se equívoca. Se a poesia dos grandes poetas da modernidade, obrigou o Século XX a repensar a teoria da literatura, ela igualmente nos obriga a rever a teoria da linguagem. É preciso admitir a equivocidade do mito estrutural que aponta como traço fundamental da arte a subversão dos modos de formar, apenas, a expressão.
Série Conhecer Pessoa, 4-




DO SENTIDO LINEAR
À CONSTELAÇÃO DE SENTIDOS

Enquanto se pensa, construir o material do pensamento durante o processo de pensar, seria antieconômico e atrofiaria o próprio processo. A construção do material durante o pensar conduziria a um devaneio da razão.
Sabemos que o pensamento consciente é marcado por uma certa precisão ou objetividade, imposta pelos limitados e úteis contornos das significações linguísticas. Eles servem de marcos iniciais para a viagem do sujeito, rumo ao desconhecido e aos buracos negros do inconsciente que nos fala e governa. Sãotais questões da teoria do conhecimento que constituem o quinto livro de Cid Seixas sobre o tema, no contexto da obra de Fernando Pessoa..
Série Conhecer Pessoa, 5

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TRADIÇÃO E MODERNIDADE
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 1

Com o subtítulo Impasses e confrontos de uma vertente regional, esta coleção planejada pelo autor pretende reunir diversos textos escritos sobre o tema, ao longo das suas atividades jornalísticas e acadêmicas. Inicialmente, o plano compreende as primeiras manifestações do modernismo na Bahia e seu desdobramento imediato propiciado pelos acontecimentos dos anos trinta do século passado. Constituem este primeiro volume os artigos “GodofredoFilho, pioneiro do modernismo na Bahia”, “Modernismo e tradicionismo na Bahia”, “Quando a poesia era uma festa”e “A poesia do Decano”. Aqui são vistos os embates entre grupos divergentes na sua compreensão do modernismo.
Coleção Literatura na Bahia, 1




1928: MODERNISMO E MATURIDADE
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 2

Neste volume são incluídos cinco textos cujo enfoque contempla o amadurecimento das propostas de 22 trazidas pelos acontecimentos pós 1928. São eles: “Do modernismo paulista ao regionalismo do Nordeste”, “Uma gesta cabocla do modernismo brasileiro”, “O sumiço da santa: síntese do romance urbano de Jorge Amado”, “O romancinho dos turcos” e “Edsos Carneiro, o etnólogo e o poeta desconhecido”. A série de e-books A Literatura na Bahia, com o subtítulo Impasses e confrontos de uma vertente regional, leva gratuitamente ao público da rede mundial de computadores importantes informações sobre a vida cultural baiana.
Coleção Literatura na Bahia, 2




TRÊS TEMAS DOS ANOS TRINTA
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 3

O autor discute como os Anos 30 foram emblemáticos para a Literatura Brasileira e, especialmente, para a velha capital da Bahia. Apenas, a partir de 1928 a modernidade artística ganhou relevo na Cidade do Salvador que, já nos primeiros séculos de presença européia, perdeu a condição de metrópole colonial. O padre Antonio Vieira, com sua formação barroca inteiramente constituída na Bahia, foi o escritor de maior expressão da nossa língua. Nenhum outro, formado no Reino representou tão bem o espírito barroco que, assim, pode ser considerado mais uma construção da colônia do que da metrópole. Gregório de Matos, formado em Coimbra, inaugurou a poesia do novo país e, embora pioneiro, não teve a força do prosador educado na província selvagem, cortada pelos reflexos da civilização hispânica. Depois da representatividade literária dos primeiros tempos, somente em raros momentos, como nos anos 30, a Bahia foi protagonista da cena nacional.
Coleção Literatura na Bahia, 3

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FINAL DO SÉCULO XX
A LITERATURA NA BAHIA | Livro 4

Este livro é formado por quinze artigos em torno de obras e autores baianos com destacada atuação no período. Os textos foram retirados do acervo da coluna “Leitura Crítica”, assinada por Cid Seixas de 1994 a 1998, no jornal A Tarde, de Salvador. Aleilton Fonseca, Antonio Torres, Aramis Ribeiro Costa, Bráulio de Abreu, Cyro de Mattos, David Salles, Elieser Cesar, Euclides Neto, Gláucia Lemos, Guido Guerra, João Carlos Teixeira Gomes, Ruy Espinheira Filho e outros figuram no livro, sem refletir preferência ou hierarquia. A inclusão deve-se ao fato de suas obras terem sido abordadas nos últimos anos da coluna, dedicada a livros e autores brasileiros e estrangeiros. Novos volumes sobre autores baianos estão em preparo para integrar esta mesma coleção. Literatura na Bahia pretende traçãr um breve painel da produção literária do nosso estado.
Coleção Literatura na Bahia, 4
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DESATINO ROMÂNTICO
E CONSCIÊNCIA CRÍTICA:

UMA LEITURA DE AMOR
DE PERDIÇÃO, DE CAMILO
CASTELO BRANCO

Esta abordagem do livro de Cid Seixas conduz o leitor aos descaminhos do texto, com suas certezas e contradições. A mais romântica das novelas camilianas é vista como antecipação realista, saltando do confronto ao ultrapasse. Metonímia, deslocamento e caricatura são recursos de uma construção fraturada pelo oscilar entre o rigor iluminista e a fluência da emotividade popular que balizaram o autor.
Coleção Oficina do Livro, 1




OS RISCOS DA CABRA-CEGA: RECORTES DE CRÍTICA LIGEIRA

Rubens Alves Pereira
e Élvya Ribeiro Pereira (Organização)
Reúne parte da crítica de “rodapé” produzida pelo professor, poeta e crítico literário Cid Seixas, de 19 de setembro de 1994 a 9 de novembro de 1998, período em que manteve uma coluna semanal no jornal A Tarde, de Salvador, Bahia, totalizando 191 artigos. No irreverente título, o autor cifra um conjunto de referências que diz muito do conteúdo que iremos encontrar no interior do livro, a exemplo do tom irônico e provocativo que ele assume em relação ao exercício da crítica literária, a sua e a de outros tantos e diversos profissionais; a valorização do jogo lúdico e prazeroso que deve predominar em toda e qualquer relação com o texto literário; a defesa da leveza textual e da agilidade comunicativa como princípios básicos da crítica de “rodapé”.
Sem Coleção: trata-se do livro impresso e publicado pela UEFS.

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1975: Foto do arquivo pessoal.


Auto retrato em xilogravura.
Foto da matriz entalhada em cedro.



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